O contacto físico com afeto

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O toque e a massagem são dos estímulos mais apreciados pelo bebé no início de vida.

A importância foi reconhecida no período após a 2ª Guerra Mundial. Bebés órfãos cuidados e nutridos em orfanato mas sem contacto físico acabaram por ter problemas de crescimento e graves problemas sociais.

 

A criança para se desenvolver precisa que lhe pegue, que lhe toque com carinho e lhe fale com amor. Não há nada mais importante que lhe possa dar no início da vida!

Falar para o bebé

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pode não parecer, mas o bebé desde cedo absorve tudo o que o rodeia! O bebé valoriza muito quando falam para ele e a partir do 1º mês é fácil perceber como eles ficam atentos! Conversar com o bebé regularmente é um estímulo importante para o desenvolvimento de circuitos neuronais na área cerebral relacionada com a linguagem. 

Exemplos de brinquedos a não perder

Rocas/Guizos. A bola com guizo é um exemplo de um bom objeto para iniciar o treino das competências de motricidade fina. É leve, faz barulho e não é necessário um controlo de mão voluntário avançado para ser mantida na mão. À medida que o controlo aumenta, oferecer rocas e outros objetos. E não é preciso gastar-se muito dinheiro. Reutilizar as garrafas de água como chocalhos de sons e estímulos visuais - vejam à direita. Vai tornar-se um favorito lá de casa!

Saltitante. Não é fácil de encontrar mas o saltitante tem múltiplos estímulos incluindo na área da motricidade global. Usado com moderação a partir dos 5 meses,  o(a) bebé é capaz de ficar muitos minutos aqui entretido(a)!

Exemplos de brinquedos a não perder

Brinquedos que estimulam a lógica. A pirâmide de argolas é um exemplo deste tipo e é um excelente desafio para o(a) bebé até descobrir dois mistérios: a lógica do encaixe e a lógica do tamanho (mais tarde). Um clássico!

Brinquedos que estimulam a noção da causa-efeito. Este tipo de brinquedos como os que permitem a colocação de bolas são muito educativos com a vantagem de treinarem também a motricidade fina e mesmo a global.

Brinquedos com estímulos visuais e auditivos. Os livros para estas idades têm múltiplos estímulos visuais e auditivos, respondem bem à curiosidade típica desta idade e permitem ao bebé perceber qual é a lógica do livro. Imperdíveis.

Exemplos de brinquedos a não perder

Tapete de atividades. O tapete de atividades com objetos pendurados vai fazer a delícia do olhar do(a) bebé nesta fase. Na fase seguinte (a partir dos 3 meses) vai continuar a ser um favorito a partir do momento em que toca e mexe voluntariamente nos objetos.

Argolas de plástico. Se procuram exemplo de um brinquedo multifacetado é sem dúvida este o exemplo. As argolas de plástico podem ter múltiplos usos. Nesta fase, para além de atrativas por si só, podem servir de apoio para pendurar objetos no carrinho de mão por exemplo. Mais tarde o(a) bebé pode usá-las para as trincar aquando da erupção dentária.

Exemplos de brinquedos a não perder

Mobile. O mobile poderá ser um bom companheiro do(a) bebé no seu berço, associando música e estímulos visuais tranquilizadores e alguns associam também estímulos tácteis e luz de presença. Muito útil e por bastante tempo.

Cadeira baloiço. Ideal para uma pequena sesta do bebé em qualquer lado. Muito útil para os pais. Nuito apreciado pelos bebés.

Dê música ao seu bebé

Ouvir música desde cedo parece associar-se ao desenvolvimento de circuitos neuronais e a melhores desempenhos em algumas áreas mais tarde na vida, incluindo a matemática e linguagem. Dentro da música, a música clássica é a mais estudada. 

O ritual do sono

Para que o seu bebé aprenda e se desenvolva é necessário não apenas estimular mas também... descansar. Se há aguns bebés que nascem praticamente ensinados a dormir mais à noite, outros precisam de uma ajuda extra! Se tiverem dificuldades consultem a nossa secção sobre a aprendizagem do sono!

Brincar ao esconde-esconde

A partir da noção da permanência do objeto, por volta dos 7-8 meses, brincar ao esconde torna-se uma brincadeira muito divertida e didática para os bebés. Pode ser sempre reinventada de várias formas, por várias pessoas e em vários locais!

Exemplos de brinquedos a não perder

Brinquedos de encaixar formas. Existem múltiplas variações por várias marcas e adaptadas a várias idades. O princípio é utilizado também em testes de desenvolvimento. Um clássico da estimulação infantil!

Andarilho sem assento. Se o seu bebé vive ansioso(a) por andar sem ajuda, o andarilho vai ser um excelente apoio para o conseguir. Também satisfaz os pais, claro está, sedentos por esta competência! Utilizar com cuidado para evitar acidentes.

Livros. Há imensos livros adaptados para crianças dos 9 aos 12 meses. Escolha pelo menos um ou dois. Ler ao seu filho(a) estimula a sua curiosidade ao mesmo tempo que fortalece a sua relação com ele(a).

Túnel. O túnel é um ótimo meio para o treino de competências pessoais e de motricidade global e esta é a idade certa para introduzir este desafio! Outra atividade muito apreciada para esta área é o insuflável preenchido com bolas de plástico.

Exemplos de brinquedos a não perder

Baldes de encaixe. Permitem encaixar por fora (em altura) ou por dentro, de acordo com a lógica do tamanho. Também permitem treinar as cores. Um excelente complemento aos brinquedos com encaixe de formas já descritos na idade prévia.

Peças de encaixe ("Legos"). Ajustados à idade (peças grandes) os legos tornam-se uma brincadeira viciante a partir desta idade, estimulando a motricidade fina, a noção espacial e a criatividade.

Livros. Invista em dois ou três livros próprios para esta idade. Livros sobre objetos, animais, sentimentos são os mais apropriados. Ensina e interaja. Pergunte-lhe onde está determinado objeto ou animal. Ler ao seu filho(a) estimula a curiosidade e o desenvolvimento de competências ao mesmo tempo que fortalece a sua relação com ele(a).

Desenho. A partir dos 12 meses, assim que a criança mostrar interesse, pode oferecer lápis de cor e folhas para a criança iniciar o treino do desenho. Excelente atividade para a motricidade fina e um excelente estímulo para a criança. Requer supervisão na fase inicial.

Educação saudável

É normalmente a partir dos 12 meses que a criança começa a ter as suas preferências, os quereres, os gostos e não gostos. Conclusão - vêm aí muitas birras!

Tome nota: a maneira como controla as situações agora pode refletir-se para sempre na educação da sua criança e no respeito que esta tem por si. Consulte a nossa secção Birras - como gerir. Fale com antecedência.. Estabeleça sempre regras e limites que devem ser respeitados. Pense sempre no que é melhor para o futuro da criança e seja forte - não ceda a chantagens!

Organização

Crie hábitos saudáveis - ajude a criança a ser organizada logo desde início. Peça para a criança ajudar a participar na arrumação dos brinquedos. Este é um princípio que se poderá extender a outras tarefas lá de casa (como ajudar a colocar a mesa, organizar e arrumar o quarto) mais tarde. Para além de o(a) ajudar, a própria criança irá sentir-se útil e valorizada.

Atividades a não perder

Parque infantil. A partir dos 18 meses a criança começaa ter competências na postura e equilíbrio mínimos para se iniciarem no parque infantil. Uma atividade no exterior, com montes de desafios para serem superados e outras crianças para interagir. Requer supervisão.

Bola. Se a criança mostrar interesse (rapazes e raparigas porque não?), brincar a correr e chutar uma bola é um desafio para a área da motricidade global que estimula o processo de aperfeiçoamento gradual.

Brinquedos que estimulem a imitação (jogo simbólico). O exemplo típico é a boneca (dar de comer, vestir/despir) mais apreciada pelas meninas, mas existem várias outras opções de brincar como: kits de limpeza, cozinhas, bricolage, etc. Descubra o(s) interesse(s) da sua criança e brinque com ela! 

Livros e desenho. A partir dos 18 meses a criança normalmente já tem capacidade de ficar algum tempo atenta o que lhe permite ouvir uma pequena história. Tenha em casa livros infantis adaptados a esta idade. Continue a estimular o desenho e a escrita oferecendo marcadores e lápis de cor.

Aprender

A partir de agora é cada vez mais importante aproveitar cada ocasião para ensinar algo à sua criança, que está ansiosa por aprender coisas novas! Ensine as cores. Olhe à sua volta e descreva as cores dos objetos. Na fase seguinte peça-lhe objetos de determinada cor e aplauda quando a criança acerta. Comece a ensinar a contar. A subir escadas por exemplo, conte as escadas em voz alta. Leia livros com o seu filho, estimule o desenho e ofereça-lhe puzzles.

Atividades a não perder

Parque infantil e atividades ao ar livre. Continue a apostar em atividades ao ar livre. Os parques infantis continuam com vários de desafios para serem superados (cada vez de forma mais independente) e existem sempre outras crianças para interagir. 

Puzzle. O puzzle é provavelmente o brinquedo/ atividade mais característico para o desenvolvimento de capacidades das crianças dos 2 aos 3 anos. Implicam atenção, raciocínio, motricidade fina e, muitas vezes, interação. Divirta-se com a sua criança que aprende!

Brinquedos que estimulem a imitação (jogo simbólico). O exemplo típico é a boneca (dar de comer, vestir/despir) mais apreciada pelas meninas, mas existem várias outras opções de brincar como: kits de limpeza, cozinhas, bricolage, etc. Descubra o(s) interesse(s) da sua criança e brinque com ela! 

Livros e desenho. Em geral, as crianças a partir de agora conseguem estar cada vez mais atentas para ouvir uma história infantil completa. Tenha em casa livros infantis adaptados a esta idade. Crie, por exemplo, a rotina de contar uma história entre o jantar e o deitar, ou antes de dormir. Continue a estimular o desenho e a escrita.

Atividades promotoras do desenvolvimento por idade

 

 

 

 

 

Atividades do início ao primeiro mês

 

1. Pegar no(a) bebé e embalá-lo(a) suavemente. Pode aconselhar-se uma cadeira de balouço.

2. Falar e cantar suavemente com sons altos, baixos, agudos, graves e suaves.

3. Chamar o(a) bebé pelo nome.

4. Falar sobre tudo o que estiver a fazer: lavar as mãos, vestir-se.

5. Usar canções de embalar, música instrumental suave ou músicas com melodias repetidas.

6. Comunicar com o(a) bebé olhando-o(a) nos olhos, encostado ao peito.

7. Colocar o(a) bebé sobre os joelhos, deixar que ela(e) agarre o indicador com as mãos e converse com ela(e).

8. Segurar uma bola vermelha a 20 cm e movimentá-la para cima e para baixo, para a esquerda e direita, estando o(a) bebé em estado de alerta e com a cabeça em posição central.

9. Dar oportunidade ao bebé de experimentar cheiros diferentes (flor, laranja…)

10. Fazer massagem suave corporal, observando sempre o(a) bebé calmamente, sem movimentos muito elaborados. Não forçar movimentos, fazer pouca pressão, não exceder os 20 minutos.

11. Pegar ao colo, olhar olhos nos olhos, sorrir, deitar a língua de fora, quando em estado de alerta.

12. Evitar ambientes hiperestimulantes. Observar o(a) bebé.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades do 1º mês aos 3 meses

 

1. Movimentar objetos coloridos e pendurá-los perto do rosto da criança, a uma distância um pouco superior a 20 cm e não necessariamente em forma de esfera.

2. Produzir sons suaves com chocalhos, caixa de música e observar a sua atenção.

3. Observar o(a) bebé sobre a forma como dorme, sossega, se alimenta e procura auto conforto.

4. Conversar com carinho sobre tudo à sua volta, aprender a tocá-lo(a), embalá-lo(a), estar em sincronia com o seu comportamento. Manter tonalidades de voz diferentes e suaves.

5. Continuar a usar a cadeira de balouço.

6. Mudar periodicamente de posição, de modo a proporcionar-lhe o melhor conforto, sem utilização do decúbito ventral para dormir.

7. Continuar a massajar de forma simples, sem movimentos bruscos e muito elaborados e sem muita pressão. Não exceder os 20 minutos.

8. Proporcionar momentos calmos sem sobrecarga de estímulos, limitando as visitas de estranhos e ambientes hiperestimulantes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades dos 3 aos 6 meses

 

1. Interagir através da fala, usar a mímica do rosto e imitar o som de determinados objetos ou instrumentos musicais.

2. Ouvir música suave na companhia do cuidador.

3. Dançar, em ritmo suave, com o(a) bebé ao colo.

4. Cantar para o(a) bebé.

5. Mobilizar o(a) bebé, evitando que esteja deitado(a) demasiado tempo e na mesma posição.

6. Procurar levantá-lo(a) devagar pelas mãos, como se fosse sentá-lo(a).

7. Oferecer-lhe objetos para segurar

8. Colocar objetos pendentes para que possa segui-los.

9. Desenvolver um ritual de apoio à hora de dormir, sem deixar chorar desenfreadamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades dos 6 aos 9 meses

 

1. Oferecer brinquedos apropriados como uma bola de tamanho médio, de cores vivas, cubos de arestas redondas, de modo a estimulá-lo(a) a passar o objeto de uma mão para a outra.

2. Sentá-lo(a) com apoio para que possa participar mais ativamente no meio que o rodeia.

3. Incentivar para que produza novos sons com a boca.

4. Conversar com o(a) bebé.

5. Dançar com o(a) bebé.

5. Colocar o(a) bebé num tapete adequado e incentivá-lo(a) a deslocar-se rolando e a pegar nos brinquedos que estejam mais longe.

6. Proporcionar brincadeiras de interação. Por exemplo: colocá-lo à frente do espelho; jogo do esconde-esconde.

7. Não prevenir situações que lhe causem frustrações (elemento forte de aprendizagem).

8. Não entrar em conflito durante a refeição, que constitui uma oportunidade de interação sem pressão.

9. Ritual do sono reforçado antes de dormir.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades dos 9 aos 12 meses

 

1. Oferecer objetos diferentes e afastados, no sentido de incentivar o posicionamento.

2. Colocar objetos em cima de uma cadeira, de forma a incentivá-lo(a) a colocar-se de pé, colocando um tapete à volta caso caia.

3. Chamar os objetos pelos nomes, ensinar a colocar fora e dentro da caixa.

4. Oferecer papel para amassar e rasgar.

5. Dar a experimentar diferentes texturas.

6. Oferecer dois objetos para a mão e posteriormente um terceiro, deixando que ele «resolva o problema».

7. Brincar ao «esconde».

8. Ser firme e terno no «não».

9. Utilizar brincadeiras de tapar e destapar o rosto e outros jogos repetitivos (bater palmas, acenar…).

10. Realizar massagem (sem grandes alterações), com a exceção do apoio de um brinquedo para o manter quieto.

11. Imitar sons de animais e objetos fazendo mímica e pedindo para a criança imitar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades dos 12 aos 18 meses

 

1. Promover a aquisição de capacidades motoras.

2. Deixar a criança tomar algumas decisões visando a segurança.

3. Reagir calmamente e com firmeza às birras.

4. Manter os rituais do sono.

5. Não entrar em conflito na hora da refeição.

6. Estimular as tarefas/ordens simples; dar estímulo positivo após a realização destas.

7. Oferecer cubos, dar vários objetos para as mãos.

8. Falar sobre as separações com antecedência progressiva e cumprir as promessas.

9. Evitar pressões para o controlo esfincteriano.

10. Pedir à criança que olhe e repita o nome de partes do corpo.

11. Incentivar para que a criança peça quando quer algo, verbalizando o pedido, mesmo que se saiba o que ela deseja.

12. Reforçar a necessidade de impor regras e limites 

13. Não ceder à chantagem da criança.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades dos 18 aos 24 meses

 

1. Ensinar a criança a guardar os brinquedos numa caixa ou num saco, para que aprenda a organizar-se.

2. Pedir à criança que olhe e repita o nome de partes do corpo do boneco.

3. Ensinar a criança a «rabiscar» na areia, na terra ou num papel, de modo a estimular a destreza manual e a área sensorial.

4. Demonstrar o que é, e o que não é perigoso para ela.

5. Elogiar a criança quando for capaz de realizar algo sozinha.

6. Continuar a incentivar o convívio.

7. Realizar atividades com música, incentivando a criança a dançar e a cantar.

8. Reforçar a necessidade de impor regras e limites

9. Não ceder à chantagem da criança.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades dos 2 aos 3 anos

 

1. Proporcionar brincadeiras como: pular num só pé, correr, saltar uma corda, de modo a estimular a coordenação motora.

2. Controlo esfincteriano se a criança tiver desenvolvido competência da fala.

3. Estimular a arrumação, imitação e declínio do negativismo.

4. Ajudar a criança a pronunciar palavras, mas pelo estímulo positivo.

5. Oferecer tintas para a criança mexer e desenhar.

6. Dar-lhe a conhecer várias texturas e materiais.

7. Contar histórias e dar puzzles.

8. Facilitar oportunidade de jogo simbólico.

9. Pedir para ajudar em pequenas tarefas diárias.

10. Dar oportunidade para a criança emitir o próprio pensamento e desejo, mantendo os limites.

11. Reforçar a necessidade de impor regras e limites

12. Não ceder à chantagem da criança

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Atividades dos 3 aos 4 anos

 

1. Promover atividades lúdicas físicas: saltar, correr, pular, andar de triciclo, etc.

2. Pedir à criança que conte histórias ou algo que fez (ação passada). Incentivar a criança a fantasiar.

3. Dar responsabilidades, aceitar a forma que ele achou para dominar a sua vida.

4. Não trazer a criança para a realidade quando está no seu mundo imaginário.

5. Conduzir os rituais de sono de forma regrada (medos, associados ao pensamento mágico).

6. Fase dos «porquês». Há que ter muita paciência, tendo em conta que nem sempre espera pela resposta à primeira pergunta.

7. Não ridicularizar comportamentos.

8. Ajudar a criança a partilhar os brinquedos – altura para ingressar no jardim-de-infância.

9. Acompanhamento de programas televisivos.

10. Reforçar a necessidade de impor regras e limites.

11. Não ceder à chantagem da criança.

 

 

 

 

Atividades dos 4 aos 5 anos

 

1. Promover as construções com lego e com puzzles.

2. Proporcionar oportunidade para a criança fazer o desenho da figura humana.

3. Inventar brincadeiras que envolvam distinção de cores e ensinar canções e versos.

4. Pô-la a participar em afazeres, mesmo que sejam simbólicos.

5. Dar oportunidade para a verbalização das suas vontades, aceitar a sensibilidade da criança, aceitando avanços e recuos.

6. Mostrar as sequências das atividades.

7. Promover brincadeiras onde exista movimento físico.

8. Auxiliar a criança na diferenciação entre a emoção e o agir (consciência moral/solidariedade humana).

9. Proporcionar a oportunidade da criança transmitir uma mensagem a outra pessoa.

10. Não entrar em grandes pormenores quando questionados sobre sexualidade.

11. Reforçar a necessidade de impor regras e limites.

12. Não ceder à chantagem da criança.

Aprender

Aproveite cada ocasião para ensinar algo à sua criança, que está sempre a postos para aprender coisas novas! Quanto mais a estimular, mais provável é a criança resolver os problemas de forma independente. Ensine mais cores. Estimule a contar. A subir escadas por exemplo, conte as escadas em voz alta. Ensine o nome completo. Leia livros com o seu filho. Conte histórias. Estimule o desenho e ofereça-lhe puzzles. 

 

 

Brinquedo: bicicleta sem pedais.

Aprender

Aproveite cada ocasião para ensinar algo à sua criança, que está sempre a postos para aprender coisas novas! Quanto mais a estimular, mais provável é a criança resolver os problemas de forma independente. A criança é capaz de sber todas as cores. Conte até 15 com o seu filho. A subir escadas por exemplo, conte as escadas em voz alta. Leia livros com o seu filho. Conte histórias. Ensine o nome completo e a morada (rua, localidade e país). Estimule o desenho e ofereça-lhe puzzles.

 

Brinquedo: triciclo.